Incomplete

Backstreet Boys - Never Gone

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foggypebble:

Incomplete - Backstreet Boys

Há um sutiã japonês que abre pelo “verdadeiro amor”

jo-gets-rewritten:

Exato! Isso é horrível!

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Eu certamente não compraria.

Há um sutiã japonês que abre pelo “verdadeiro amor”

jo-gets-rewritten:

Eu não acredito muito em verdadeiro amor, por isso acho que o problema seria não mais conseguir tirar aquilo…

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Eu não tenho muita experiência no amor, então não sei. Acho que a intenção daquilo é que as raparigas não sejam abusadas.

Há um sutiã japonês que abre pelo “verdadeiro amor”

jo-gets-rewritten:

Credo, isso é como ser preso.

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E imagina que estás na rua e vês o teu “verdadeiro amor”! Aquilo abre e salta-te dos peitos, literalmente.

Há um sutiã japonês que abre pelo “verdadeiro amor”

Isto pode ser um perigo!

Já tiveram aquela sensação que vão acabar sozinhos e rodeados por gatos?

jo-gets-rewritten:

Mas gatos são tão lindos.

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São lindos e fofos, mas têm a mania da superioridade. Como se fossem os nossos donos e não o contrário.

Já tiveram aquela sensação que vão acabar sozinhos e rodeados por gatos?

No meu caso cães, porque tenho um pequeno problema com gatos?

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ooc: pessoas?

Meet Estolano / @Lari x @York

queenestolano:

Lari afundou o rosto na curvatura do pescoço da amiga e inspirou. Ela tinha mania de guardar cheiros e o de York era um dos melhores, isso fez Lari sorrir de alegria e se sentir quase que flutuante por estar perto (finalmente) da portuguesa que sempre lhe fizera tão bem. Era uma coisa feliz e inesperada de se encontrar na República: Nádia, uma de suas melhores amigas, confidente. Lari então fez o que sempre faz com os amigos, passou a mão pelo rosto dela e depois apertou suas bochechas. - NÃO É SONHO, NÁDY! SOU EU MESMO, AI MEU DEUS! Ok, falar Nády me lembrou a Cruella. - A menina riu comentando de outra amiga virtual delas duas e logo começou a pular junto de York, rindo a toa. Logo que parou de pular, continuou abraçada com ela, sentindo um pouco de medo dela ir embora, mesmo sendo loucura. Agora estavam juntas e claro que Larissa nunca iria deixar York ir embora. - Tem mais alguém por aqui? Uma das Devassas? - Larie imaginou que poderiam estar todas aqui reunidas, seria a coisa mais perfeita do mundo inteiro. Imagina só?! Todas as suas melhores amigas juntas, num só mesmo lugar. Ao imaginar isso, achou um tanto impossível mas sonhar não cuta nada e ela sempre foi uma grande sonhadora.

Nádia riu quando Lari apertou as suas bochechas. Em situações normais, ela teria feito uma cara feia e afastado as mãos da amiga da sua cara, no entanto, estava demasiado feliz por ser Lari a apertá-las, por ser ela a puder fazer isso e por sentir as suas mãos quentes nas suas bochechas. Sorriu com uma alegria sincera, coisa que não acontecia tantas vezes como ela gostaria. Ela estava verdadeiramente radiante por finalmente conhecer Lari. Bem, verdade seja dita que ela já tinha arranjado mil e um planos para ir visitá-la quando conseguisse um tempo para isso, mas agora tudo estava melhor. A amiga estava ali e elas poderiam conviver todos os dias porque a sua nova habitação era a república. - Quando chamam-me de Nády, lembrou-me sempre da Gabs. Ela é que gosta de me tratar assim. - comentou, lembrando-se de quando Cruella lhe tinha contado que tinha o seu número de telemóvel gravado em nome de “Nády Totosa” ou coisa parecida. Quando leu aquilo, tinha ficado com cara de ponto de interrogação porque não fazia a mínima ideia do que significava “Totosa”. Após uma pesquisa no Google, riu com aquilo. Definitivamente, York não era uma pessoa “totosa”. - Temos a Gabs! - o seu sorriso abriu-se mais, se é que era possível. - Devíamos fazer um plano para trazermos as outras Devassas para cá. - fez um pequeno beicinho. Adoraria ter as suas amigas virtuais ali! Finalmente puder conhecer as pessoas que a faziam feliz quando nem mesmo aqueles com quem convivia todos os dias conseguiam. Seria um sonho do qual Nádia certamente não quereria acordar nunca mais.

just dance || @York x @ Gabs | Yabs

wtffernandes:

Gabriela teve um dia mais agitado do que ela pensará que teria. Para começar sua mãe havia lhe mandado uma mensagem de manhã, desde que chegará a república não tinha falado com a mulher, na verdade, as únicas pessoas de sua casa com quem tinha falado era seu afilhado e sua prima mais nova. Obviamente sua mente vagou para as piores hipótese, afinal, para qual outro motivo sua mãe iria tentar falar com ela oito horas da manhã? Porém quando viu a mensagem não era nada do que a menina esperava, mas ainda assim era um notícia ruim: “Eu vendi seu cachorro, não sou obrigada a ficar com ele. E já depositei seu dinheiro.” só isso, nem mesmo uma explicação, um pedido de desculpas, nada, só a frieza habitual. Logo depois de ler a mensagem a garota ligou para a mãe e mais uma das discussões de sempre se seguiu, apenas isso já a desejava emocionalmente cansada por um dia inteiro, mas tinhas coisas para fazer.

Fez uma to-do list mental, que consistia em:

Estudar história

Estudar física

Procurar saber algo sobre as vagas de emprego na república

Ir jogar just dance com Nádia e melhorar sua dança

Convencer a menina a se juntar ao clube de dança

É… Não poderia ser tão difícil.

Tomou um banho e colocou a roupa mais fresca que achou, prendeu o cabelo em um rabo de cavalo alto e se sentiu na escrivaninha, abrindo o seu livro de física. Ela não percebeu a hora passando, estava muito concentrada em todos os cálculos e quando viu já estava na hora de ir ver York. Fechou o livro, riscou mentalmente estudar física de sua to do list, pegou seus jogos de just dance e se encaminhou para o quarto da menina. Não podia esperar para que ela é Nádia dividissem o quarto, ter que andar pelo corredor tantas vezes por dia para encontrar com a garota era realmente irritante. Assim que chegou ao quarto da menina bateu na porta dela e se encostou na parede, esperando a amiga abrir a porta.

Nádia já estava a cair no sono quando ouvi-o as batidas na sua porta. Por momentos em que o seu cérebro ainda não tinha voltado totalmente ao normal, ela pensou em mandar a pessoa ir embora ou simplesmente não responder e fingir que não estava lá. Só que assim que se lembrou de quem se tratava, deu um pulo da cama para fora, caindo redonda no chão por as suas pernas não terem tido o tempo de recuperar a força. Resmungou e levantou-se, massajando as nádegas um pouco doridas. Andou até à porta num passo apressado e abriu-a. Como esperado, era Gabs quem estava do outro lado e isso fez Nádia sorrir. O facto é que só a companhia de Gabs fazia a portuguesa sentir-se bem, mesmo quando todo o seu mundo estava mal, o que era o que acontecia a maior parte do tempo. Sempre tinha sido assim, e agora que podia falar diretamente com ela, isso tinha aumentado. - Olá Gaby! - cumprimentou-a, pegando no braço da amiga com delicadeza e fazendo-a entrar no quarto consigo. Nádia utilizava aquela alcunha para Gabriela porque era a combinação do nome da mesma com a palavra “baby”, coisa que ela percebeu por casualidade. - Tudo bem? - questionou, largando o braço de Gabs e deixando os braços caírem ao lado do seu corpo. - Espero que estejas pronta para tentares ensinar este desastre que eu sou a dançar.

HW